1º Pedal do Patrono em Afonso Bezerra

Domingo dia 03/06/2018 – como todo bom ciclista disposto a explorar uma boa trilha, acordo as 4:30 da manhã e parto ao encontro dos amigos para aproveitar a hospitalidade dos ciclistas afonso-bezerrenses além das belezas da zona rural da cidade que leva o nome do seu Patrono. Logo ao chegar já visualizamos uma grande confraternização ao encontrar ciclistas de várias cidades – Lajes com o seu “Eletric Saci”, Alto do Rodrigues, Guamaré, Carnaubais, Pedro Avelino, Angicos e os anfitriões de Afonso Bezerra.

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Começamos o evento com um delicioso café da manhã preparado e organizado com todo o carinho pelos ciclistas locais, logo em seguida registramos uma foto oficial com todos os ciclistas e a equipe responsável pelo apoio em nossa aventura.

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Iniciamos o percurso passando por algumas das principais ruas do município e saindo em direção ao município vizinho de Pedro Avelino – passando por uma linha férrea desativada a muitos anos, entramos numa “estrada de barro” como chamamos aqui. Depois de alguns quilômetros de pedal encontramos uma comunidade quilombola ao qual a todos sensibilizou, fizemos planos para, em algum momento voltarmos e mais uma vez lavarmos a alma com a alegria daquelas crianças que nos recepcionaram.

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De lá, partimos por single tracks de tirar o folego – algumas quedas para animar os que vinham mais atrás, “só cai quem pedala” vale a pena lembrar. Em meio ao sertão e os bordões atuais, nos divertíamos com “Olha o Uísque” ou “É bom demais Junior”, seguíamos satisfeitos com  a paisagem e clima que nos foi proporcionado no dia, muitas nuvens e até mesmo momentos de neblina, deixaram o tempo muito agradável para a pratica do nosso esporte, o jogo do Brasil e “o outro time lá” não nos apressou a concluir o nosso ecoturismos ciclístico.

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Passamos por muitas fazendas, comunidades, rios e claro que não poderia faltar – banho de açude depois de mais de 4 anos pesadíssimos de seca. Aproveitamos para refrescar o corpo e relaxar os músculos cansados depois de 30 km da nossa expedição no açude de Flores.

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Saímos para a conclusão do nosso percurso sem pressa, já iniciando os feedbacks do pedal nos quilômetros finais da nossa jornada de aventura, até, finalmente concluir de volta ao ponto inicial. Reencontramos os amigos e novos amigos, conversamos, rimos, contamos as histórias das quedas, as fotografias que ficaram ótimas, os furos nos pneus, trocamos contatos e fizemos como sempre planos para novos encontros fraternos entre essa irmandade que cresce a cada dia e que chamamos de “Ciclistas”.

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News Reporter

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